Uma escolha feita com tempo e com a família
Apoio a famílias que decidem onde o pai ou a mãe vai viver.
Uma mudança de família virou consultoria
Tudo começou com uma situação que muita gente conhece: um filho precisou achar um residencial para a mãe em poucas semanas, sem saber o que olhar nas visitas nem como comparar as opções.
Logo apareceram conhecidos com a mesma pergunta. Faltava menos uma lista de endereços e mais alguém para escutar o idoso, definir critérios e acompanhar as visitas.
Assim ficou o método: conversa com a família, perfil escrito, seleção das casas, visitas acompanhadas, quadro comparativo e apoio no dia da mudança.
Atendemos em São Paulo e em cidades próximas do estado, presencialmente ou online. Quando faz sentido, indicamos cuidadores e orientamos a adaptação da casa.
Clareza já no começo
Antes de qualquer visita, explicamos os tipos de moradia e as etapas.
O idoso decide junto
Quem vai se mudar participa das conversas e das visitas, sempre que tiver vontade e condição.
Retorno pós-mudança
Nas primeiras semanas na casa nova, voltamos a conversar e ajustamos o necessário.
Tudo anotado
Perfil, relatos de visita e comparativo ficam registrados e acessíveis a toda a família.
«A melhor moradia para um idoso é sempre aquela que ele mesmo ajudou a escolher.»
Trocar de casa na velhice mexe com costumes, vizinhança e memórias. Quando só os filhos decidem, a adaptação costuma ser mais difícil. Por isso escutamos primeiro quem vai morar, visitamos juntos e comparamos por critérios definidos.
- 01
Quem vai morar fala
O que o idoso quer e o que teme é anotado já na primeira conversa.
- 02
Ver antes de decidir
Nenhuma casa é escolhida sem uma visita presencial.
- 03
Mesmos critérios
Cada opção é avaliada pelo que importa à família, não pelo primeiro olhar.
O que as famílias nos contaram
Depoimentos de filhos, netos e moradores, publicados somente com a permissão de cada pessoa.
Chegamos com uma lista de casas e nenhuma ideia de como escolher. Saímos com o perfil da minha avó por escrito.
Achei que meus filhos iam decidir por mim. O consultor quis saber primeiro o que eu queria, e isso pesou na escolha.
Ler o contrato com alguém de fora, sem pressa, deixou a gente mais seguro para assinar.
O primeiro passo é conversar com a família
Em uma conversa, um consultor escuta a família, entende a situação e o que o idoso deseja, e combina com vocês o passo seguinte.