Palavra das famílias
Relatos colhidos algumas semanas após a mudança e publicados somente com a permissão de cada família.
O que as famílias nos contaram
Depoimentos de filhos, netos e moradores, publicados somente com a permissão de cada pessoa.
Minha madrinha não queria se afastar da paróquia. A busca começou por aí, e a escolha foi dela.
Cada irmão morava numa cidade e tinha uma opinião diferente. O quadro comparativo deixou todos de acordo.
O consultor notou que minha mãe evitava escadas e sugeriu casas com quarto no térreo. Ninguém na família tinha reparado.
Semanas depois da mudança, o consultor voltou para uma conversa. Meu sogro já jogava dominó com os vizinhos.
Antes de marcar a conversa
As perguntas que mais ouvimos das famílias.
O próprio idoso participa da conversa?
Se ele puder e quiser, participa. A mudança é na vida dele, e escutar seus desejos desde o começo evita uma escolha apressada.
O consultor vai às visitas?
Vai. Marcamos o horário com cada residencial, acompanhamos a família e levamos uma lista de perguntas preparada antes.
E se ainda não é hora de mudar de casa?
Comparamos a mudança com adaptar a casa ou contar com um cuidador em casa.
Quanto tempo leva o retorno?
Em 24 a 48 horas úteis um consultor liga ou escreve para combinar a data da conversa.
Dá para atender quem mora longe?
Dá. A conversa acontece online e, quando a família não pode vir, recebe as visitas por vídeo.
Vocês avaliam a saúde do idoso?
Não. Nosso trabalho é a moradia. Assuntos de saúde são com o médico da família, que convém ouvir antes.
O primeiro passo é conversar com a família
Em uma conversa, um consultor escuta a família, entende a situação e o que o idoso deseja, e combina com vocês o passo seguinte.